sexta-feira, 20 de março de 2009

Felicidade

Felicidade Não olhe a tristeza do homem destruindo uma floresta,olhe sim a beleza de uma flor brotando...Não sinta a chuva ácida queimar as coisas,sinta o frescor de uma chuva após um dia quenteNão imagine a poluição dos mares e nas praias,mas imagine o nado de um golfinho numa água cristalinaNão escute o barulho de uma máquina barulhenta,escute sim o canto dos pássaros em uma floresta...Não fique triste com um amor que te deixou,mas fique alegre com os com os amores que ainda estão por vir...Não chore por uma morte de uma pessoa querida,de gargalhadas por uma vida nascida...Muitas pessoas só se lembram das coisas ruins do mundo, das tristezas que o mundo oferece;Temos que lembrar que o mundo não é perfeito, mas que existem coisas perfeitas nele.Existem coisas maravilhosas neste mundo, aproveite sua vida observando as coisas lindas deste mundo, pois avida é curta e depois da morte, ninguém sabe o que esta por vir;Talvez um lugar melhor que este, ótimo, esperamos que sim, mas também pode ser um lugar pior, ou que não seja nada.Veja a felicidade nas coisas simples pois a felicidade é simples,não tente complicar uma coisa simples, pois asimplicidade é o caminho para a FELICIDADE.
Autor Desconhecido

terça-feira, 17 de março de 2009

A palavra felicidade aplica-se a um estado do ser humano que pode ser designado como emoção ou sentimento e, por ser um conceito, não usufrui de uma existência própria, fora daquele ou daquela que o sente ou vive. O seu carácter abstracto, indefinido e subjectivo faz dele alvo de variadas interpretações, especulações e teorizações. A quem servem e para que servem?Tudo o que pertence ao âmago dos humanos, fazendo parte de um mundo não visível, não palpável e não comensurável, tem sido motivo de grande interesse para estudiosos da psique, filósofos e artistas. E não só! Até os menos dotados se aplicam numa busca constante de tentar explicar o inexplicável: essa é mesmo uma das características dos humanos. Por um lado, empenham-se em provar a sua superioridade e sabedoria; por outro lado, é o prazer desmedido que sentem em chegar a conclusões ou teorias ainda não exploradas por outros (pelo menos que eles o saibam!). É assim que alimentam essa fome de competição e de proeminência que os consome.Do que se esquecem é que, no tocante a conceitos tais como a Felicidade, esse sucesso almejado, uma vez atingido, será passageiro e ilusório, tal como o conceito em si.Assim como o momento feliz que se vive hoje, nunca se repetirá da mesma forma, em intensidade ou qualidade, assim também a definição ou explicação que lhe dermos porque ficará ultrapassada por muitas outras e porque nunca chegará a captar a verdadeira essência do que se pretende definir ou explicar.Nalguns dos idiomas (sendo o nosso um deles) há a possibilidade de se estabelecer uma diferença entre dois estados de felicidade – um mais permanente e outro mais transitório – pelo emprego dos verbos que escolhemos na altura. Ser ou Estar feliz não designa exactamente o mesmo, delimitando sentires diversos. Contudo, não serão os verbos que resolverão a problemática implícita neste conceito tão ilusório.Nem na infância, a felicidade se mostra num estado de permanência. A diferença é que, nesse período de vida, não há ainda a capacidade e suficiente conhecimento para verbalizar a sua presença ou a sua ausência. No entanto, as manifestações físicas e emocionais, que geralmente acompanham tal estado, estão presentes em qualquer idade.Na ausência da felicidade é que nos apercebemos do seu verdadeiro significado; muitas das vezes, no momento em que a vivemos ou sentimos, não nos damos conta de que a albergamos em nós.